LUSOSP
Pagando com alegria o preço da verdade!
segunda-feira, 31 de março de 2025
Uma historiografia das épocas
sábado, 8 de março de 2025
O presidente eventual
Uma morada de infância
Esses dias resolvi com a minha mãe, aproveitando a calmaria do feriado de carnaval, ir passar em frente de duas casas onde moramos nos anos 1990. Uma delas, pelo que pude ver pelo satélite do Google Maps ainda está lá. Como ficava nos fundos de uma casa principal, ela não pode ser vista da rua. Quando lá morei, a casa principal era sede de uma firma de BATATAS FRITAS. Sim, uma empresa que cortava, fritava e embalava batata frita, dessas tipo Lays ou, mais bem comparando, aquelas batatas que se vendem nos carrinhos de pipoqueiros. Cresci vendo durante vários anos o funcionar daquele pequeno engenho.
Eu não me queixo disso da minha infância. Ao contrário, tive uma infância maravilhosa. No terreno ao lado de nossa casa, que foi desmembrado nos anos 2000 e uma enorme casa, um verdadeiro mausoléu de cinco quartos e vários banheiros foi erguido, naquela época abrigava várias árvores frutíferas como mangueiras e jabuticabeiras. Também criávamos galinhas e, se a minha mente não me engana completamente em um surto de megalomania, chegamos a ter até um leitãozinho. Era uma área enorme, uma chácara de perímetro urbano. Aliás, nos bairros mais afastados de São Paulo vi muitos terrenos enormes como esse, que eram do porte de chácaras. Hoje são raríssimos, considerando as invasões e a expansão imobiliária.
Paramos em frente e ficamos olhando pela grade. Os dois lotes e suas construções não tem moradores, mas, não estão abandonadas. Nota-se que há ainda cuidado com a limpeza periódica e o mínimo de manutenção.
A casa mais antiga é um exemplar de uma outra era. Tem um oratório na parede frontal da residência, grade baixa, forro de estuque reparado em alguns trechos com forro de pinus. Piso de caquinho vermelho na garagem e áreas externas e vermelhão na sala. Um jardinzinho limpo, igual me lembrava de 1997. Até uma assustadora aranha grande pendurada em sua teia no beiral. O lugar está parado igual quando eu sai de lá em 1999. Nessa parte nada mudou. Está há 26 anos estacionada no tempo.
Já ao lado, o terreno gigantesco já não está mais livre. O mausoléu está sobre ele. Subsiste uma mangueira de bom porte rente ao muro da frente. O portão de madeira que viu meu tio Leonel pular com medo do falecido cão "Roliço" também não existe mais. No local um muro e outro portão de metal.
Tudo o que existe se muda constantemente. É física. Por mais que tenhamos a impressão de que muitas coisas possam estar iguais, na verdade, é óbvio, elas só se parecem iguais.
Na minha mente essa casa era ainda maior do que a que eu pude visitar nesse carnaval.
Eu era pequeno e aquele terreno enorme era uma fazenda para mim. Ter tido a chance de ter a infância que tive é razão para agradecer à Deus por esse privilégio. Não sei se uma infância em um apartamento de 40 metros quadrados tem o mesmo sabor. É possível que não, apostaria.
sábado, 1 de março de 2025
Curtas
Li esses dias que há milhares de vagas de emprego no setor supermercadista de São Paulo, mas existe uma dificuldade gigantesca em suprir essas vagas, pois, considerando a remuneração baixa que é ofertada, o trabalhador em potencial desse ramo de atividade prefere manter-se na informalidade, juntando a grana que faz com bicos com o dinheiro que o governo lhe dá, via Bolsa Família. Eis ai um exemplo vivo de como a interferência do estado na economia é, quase sempre, fonte da criação de distorções piores do que a sua inação geraria. Estamos diante de uma geração de gente que se acostumou a comer das mãos do governo, a esperar que tudo venha do estado, que o poder público onipresente resolva todos os problemas da sua vida, seja a cura de um câncer, uma unha encravada ou a educação de sua prole. Não tardará e surgirá um vale ou bolsa cabeleireiro, bolsa manicure, bolsa cílios e sobrancelhas, etc. E o povo continuará esperando sempre mais e mais benefícios estatais. Horda de inúteis. Precisamos voltar ao darwinismo social.
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Tenho a mente inquieta com a criação de projetos. Projetos com os quais eu não tenho nenhuma relação ou ligação direta. Planejo cidades, bairros, linhas de ônibus, projetos de infraestrutura industrial, reformas de igrejas, criação de empresas e comércios. Nada do que planejei nesses campos, desde a infância até a presente meia-idade jamais esteve perto de se realizar e, fatalmente, até o findar do meu labor nesta vida, jamais estarão. Sou tão maluco que planejo uma reorientação geopolítica da América do Sul, pregando a dissolução do Brasil enquanto estado nacional e a criação de novas repúblicas independentes menores, se bem que neste caso particular, há um enorme grupo de pessoas que também planeja isso e se articula para que um dia a realidade geopolítica sul-americana e mundial assista o nascimento das novas repúblicas soberanas da América Portuguesa. Essas ideias jamais me causaram qualquer prejuízo. Entendo que são positivas. São o resultado da fertilidade da minha imaginação. Tolkien criou o mundo do Senhor dos Aneis. Eu tenho um mundo novo criado todos os dias na minha cabeça, que, invariavelmente, se passa na cidade de São Paulo. Ao menos, está na porta de casa.
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Lutero deu o exemplo. Estando em uma igreja, não sendo possível reformá-la, como era seu intento original, é melhor apartar-se dela. Os protestantes, no geral, entendem bem essa lógica. Não todos. Na Congregação tem existido um fenômeno desde os anos 2000, que é a saída ou afastamento compulsório de pessoas da comunhão da igreja, mas, por rancor, essas pessoas fazem de sua profissão de fé o maldizer da antiga denominação. Tivessem sabedoria sairiam e buscariam alguma outra denominação, onde a sua visão de cristianismo estivesse mais bem acolhida, ou ainda, caso fosse, que criassem uma nova denominação. Mas, nem uma coisa nem outra. A fé dessa gente é malhar a velha casa. Agora, um sujeito recentemente expulso, por negar disciplina e o código de ética do corpo ministerial, está se vendendo como vítima. Tem método, não humano, mas do adversário nisso aí. Colocar é fácil, difícil é tirar do ministério.
Fui enganado pela cientologia.
Em 2009 publiquei aqui neste blog um comentário sobre um material de divulgação da cientologia, crença esdrúxula do movimento da Nova Era, sem saber que se tratava de material da cientologia. Na época, com 19 anos, eu já sabia o que era essa religião, pois na tv já havia visto reportagens e documentários, provavelmente na tv a cabo, Discovery Chanell, na época, um excelente canal (hoje, não sei nem se o canal ainda existe, deve existir).
LUSOSP: Doutrinação automática
Mas, o que penso aqui, 16 anos depois, é o quanto nós podemos ser facilmente enganados por uma "embalagem" cristã das coisas. É mais ou menos como ser enganado pelo espiritismo.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
A Europa recristianizada
A Europa precisa de um grande avivamento, ou a veremos caída novamente nas mãos dos mouros bárbaros, como estava, até o século XV, século em que findou a reconquista da Península Ibérica. Infelizmente, neste mesmo século, Bizâncio veio cair no domínio turco. Uma pena. Algo que um dia terá que ser revertido.
Mas, o avivamento a que me refiro é prioritariamente espiritual. A Europa é um continente de ateus. Mesmo na Europa Latina e meridional a coisa não vai nada bem. A Igreja Católica está cada dia mais desacreditada, resultado de variados fatores, entre os quais a epidemia de pedofilia e homossexualidade entre o clero (a corrupção do clero, do qual o Dr. Martinho Lutero já alertou, há um pouco mais de 500 anos).
E, por falar em Lutero, o protestantismo na Europa se transformou em uma religião inexpressiva. No Reino Unido o Anglicanismo, crença belíssima por reunir a dogmática evangélica e a beleza estética e litúrgica da tradição católica, está tão ou mais apodrecido de que a própria Igreja Romana. Adotou o antibíblico episcopado feminino. Ordena homossexuais declarados para o seu clero (algo que também acontece, mas de forma velada, na Igreja Católica). Trata-se de uma denominação que trouxe o mundo para dentro de si e substituiu a doutrina cristã por ideologias pós modernas. Pensavam assim atrair as presentes gerações pervertidas. Não só não atraíram, como espantaram as velhas gerações de pessoas normais.
Na Europa continental, o luteranismo perde relevância em todos os países em que foi predominante, incluindo a Alemanha -- o seu berço, e nos países nórdicos, onde é ainda, para todos os fins, religião oficial de estado. Padece, um pouco menos, é verdade, dos mesmos estigmas que o anglicanismo.
Os Metodistas, Calvinistas, Valdenses, Morávios, Pietistas e outros protestantes oriundos do movimento reformado, em maior ou menor grau, estão amarrados nos mesmos problemas. Acompanho pelas redes igrejas valdenses italianas que tem pregação abertamente antropocêntricas, onde Cristo é um adorno para um discurso de revolução social, onde o paraíso a se construir é na própria terra, por meio de justiça social e combate ao capitalismo. É a mesma ladainha da teologia da missão integral/teologia da libertação.
Insisto, a decadência europeia, vista à quilômetros de distância, não é só espiritual, mas está é a primeira e mais importante dimensão desta crise. E é por ela que o velho continente precisa começar a resolver os seus problemas.
Um avivamento tem como um de seus pilares o reconhecimento dos erros da igreja (comunidade) até aquele momento e, com o arrependimento e a contrição, com um imenso fervor, recebe a mercê divina, uma bênção especial, que faz o estado de dormência de até então seja superado por um êxtase renovador, restaurador, capaz de dar movimento às coisas paradas, de unir carne e nervos aos ossos secos. Penso que esse renovo causado pela dispensação divinal só pode estar presente no seio do protestantismo (ou ainda de setores da Igreja Romana que tenham se protestantizado), mas, Deus tem as suas escolhas e, mediante a contrição do Seu povo distribui os seus dons e causa o avivamento onde melhor aprouver.
Mas, sociologicamente pensando, é a variante pentecostal do protestantismo a mais propensa em promover um movimento de renovação e avivamento na Europa. O pentecostalismo não é frio, é vivo, é crente no poder total e absoluto do Deus trino. Crê absolutamente no transcendente, no poder total e operante de Deus. Na cura divina, na libertação, na batalha espiritual, na ação divina para restaurar famílias e para expulsar os demônios. E o que o velho continente mais precisa é de uma nova era de crença no transcendente, no espiritual, uma era onde o materialismo e o relativismo sejam abandonados em favor do absolutismo da ação divina potencial, do seu poder irrestrito, de sua ação direta em todos os campos da vida humana. Uma restauração de Deus na história do tempo presente como o protagonista da história.
É isso ou a Europa será devastada.
Quem poderá iniciar esse processo são os missionários dos principais países pentecostais do mundo: Estados Unidos e Brasil. Donald Trump deveria colocar a máquina do governo americano para promover um lobby que abrisse portas para esse movimento missionário de recristianizacão europeia. Um eventual novo mandato de Jair Bolsonaro também deveria ter um mesmo propósito. Por mais que figuras como Michele Bolsonaro não tenham grande relevância cultural ou intelectual, representa a ex-primeira dama um portento da frente pentecostal. A substituição do marido por ela na corrida pela presidência traria um grande ganho ao movimento social do pentecostalismo.
Pensar no futuro da Europa é resguardar a fonte da nossa cultura. O desafio religioso europeu é primeiramente a sua reconquista para o Cristianismo mágico e para o absolutismo divinal na história e na sociedade. Faça isso e os maometanos se curvarão.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2025
Curtas
Na Inglaterra, dizem as notícias, grande está a pressão sobre o premiê Keir Starmer, do partido trabalhista (a esquerda de lá). O motivo: seu governo tem sonegado o grande número de paquistaneses que formam gangues para estuprar meninas e mulheres brancas (o detalhe racial é essencial). A razão da sonegação é para evitar uma onda de islamofobia na Inglaterra.
Tenho pra mim que a Europa, no geral, e em especial, os países da banda ocidental, estão todos de quatro socialmente perante a invasão de hordas do terceiro mundo, da África e do Oriente. O europeu não tem mais filhos. A economia europeia é baseada somente em arrolamento de dívidas. O europeu se tornou indolente e folgado, não é mais laborioso. A organização social europeia está claramente ruindo aos nossos olhos. Que destino, homem branco! Fruto de suas escolhas, quase um século atrás, quando preferiu as cantilenas liberais e socialistas. A Europa é um continente de ateus. O europeu não quer saber mais de religião cristã. Não adianta mandar para lá missionários das Américas, porque o europeu está com seus ouvidos tapados para as verdades evangélicas. Os países europeus cairão um a um, primeiro os do oeste e, depois os do leste, daqueles que não se protegerem dos vírus liberais e ateus (a Hungria, provavelmente, deve ser uma ilha de resistência, outros dizem o mesmo da Polônia, mas duvido).
A Inglaterra se quiser ser restaurada não precisa de um gás vindo da monarquia, antes precisa de um novo Lord Protector, Oliver Cromwell. Ele sepultará a decrépita e traidora família real (liberal e muçulmana) e colocará os imigrantes para fora do país. Promoverá uma imigração selecionada de países claros, de populações cristãs e bem formadas e preparadas para o mercado de trabalho. É isso ou nada. É isso ou não existirá uma Inglaterra cristã ao dobrar o limiar do próximo século. Não é ruim que sírios ou iraquianos cristãos emigrassem para a Inglaterra. Não teriam dificuldades de se tornarem autênticos ingleses em meia geração. Esse é um repovoar certeiro e possível. Barrar o islã, o indostanismo e o africanismo é urgente.
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O Governo do PT está alardeando, via imprensa comprada, que o Brasil voltou a ser um país de renda média. Ou essa turma do jornalismo está usando drogas mais pesadas do que o habitual ou está chovendo dinheiro, como nunca, na cabeça dessa gente. Nunca se viu tantas pessoas morando nas ruas. As esquinas de São Paulo estão repletas de drogados zumbis. O Brasil tem milhões de sustentados pelo estado, que passam o dia coçando o rabo sem perspectiva nenhuma de reingressarem no mercado formal de trabalho. Os preços nos mercados são exorbitantes. Nem a classe média real, gente que tem lá a sua renda per capita por volta dos r$ 3.000,00 vive com luxos. Qualquer carro 1.0 sem ar condicionado custa r$ 80.000,00. O brasileiro não come carne ou lácteos todo dia. Ainda assim essa raça maldita do governo quer dizer que o Brasil é um país de classe média e renda média? Por isso eu defendo o fim do Brasil. O brasileiro merece alguém pior que o Lula.
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E se preparem, faz tempo que tenho alertado à algumas pessoas que o Brasil vai passar por uma bolha imobiliária muito forte. A cidade de São Paulo é um grande canteiro de obras. São centenas de empreendimentos imobiliários de prédios subindo, seja para uso residencial, seja para uso comercial. A economia não cresce para acompanhar esse ritmo de construção, absolutamente inflado pelo governo, por meio da Caixa Econômica, que financia essas construções. É muito difícil que a população pobre possa comprar um simples apartamento (ou apertamento) de 37 metros² sem direito a vaga de garagem. Restam as favelas, as invasões, os loteamentos clandestinos do PCC nas áreas de mananciais ou nas franjas do município. Ou sobra o aluguel, que não é barato para a renda média real do país (para a renda oficial do governo do PT o assalariado vai pra Disney todo ano).
quinta-feira, 2 de janeiro de 2025
Pela cidade
Pirituba, Jaguaré, Vila dos Remédios, São Domingos, Perús, Taipas, Vila Maria, Vila Medeiros, Tremembé, São Mateus, Cidade Tiradentes, Itaim Paulista, Penha, Vila Formosa, Teotônio Vilela, enfim, cito alguns distritos da cidade de São Paulo onde jamais coloquei os pés para quaisquer fins de natureza econômica ou material. Nunca fui procurar emprego, nunca fui no médico, nunca foi em uma palestra ou curso ou fui em algum comércio necessário nessas localidades. Todas elas ficam dentro da cidade de São Paulo. E mais, excetuando-se a Penha, onde fui algumas vezes nos últimos dez anos na igreja (portanto, um único endereço), de resto, praticamente não piso nesses lugares. Tenho dúvidas, inclusive, se já fui em Taipas ou na Vila Medeiros.
A cidade de São Paulo é enorme. Está comunicada por uma extensa rede de transporte público, ônibus, trem e metrô. Circula-se livremente ainda em todas as regiões da cidade, inclusive aquelas mais perigosas. Claro, não vai entrando em uma viela qualquer no Jardim Angela, no Suvaco de cobra (Jardim Miriam) ou no Jardim Helena se você não for em um lugar muito específico dentro de alguma dessas favelas. De preferência, já esteja combinado com quem vai te receber. Nesses cantinhos andar em São Paulo talvez seja quase tão perigoso como andar no Rio de Janeiro, quiçá até mesmo em Salvador. Ainda assim, não troco as favelas paulistanas, as quais algumas já tive a necessidade de andar e não me senti intimidado.
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Não me consta que um dia na minha vida eu tenha ido até o Jardim Britânia, onde há um terminal (de quem deve ter sido a brilhante ideia de criar um terminalzinho ali? - Imagem fonte.) |
Conheço a maioria dos terminais da cidade de São Paulo: Parelheiros, Varginha, Grajaú, Santo Amaro, João Dias, Capelinha, Campo Limpo, Amaral Gurgel, Praça Princesa Isabel, Parque Dom Pedro II, São Mateus, Vila Carrão, Cachoeirinha, Casa Verde, Bandeira, Pirituba, Cidade Tiradentes, Mercado, Pinheiros e Lapa. Há dois terminais bem próximos de onde moro e que passo em frente com alguma regularidade (de carro) e nunca andei neles: o Guido Calói (anexo aos fundos da Estação Santo Amaro do Metrô) e o Guarapiranga. Aliás, não sei se o Guido Calói é considerado terminal pela SPTrans.
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Isso aqui era o Terminal Largo da Batata, em Pinheiros, no final dos anos 1990. Hoje a região ficou muito valorizada e é frequentada essencialmente por moleques maconheiros. |
quinta-feira, 21 de novembro de 2024
Os rumores silenciosos
segunda-feira, 28 de outubro de 2024
Bla bla bla
sábado, 19 de outubro de 2024
Cavalarias digitais
Uma historiografia das épocas
Cada período escreve a sua história dando ênfase na inquietação daquele momento. A observação é do professor Hilário Franco Júnior, no livro...
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Onde hoje é um Mercado Extra (era Supermercado até um pouco de tempo atrás) já foi o Supermercado Paes Mendonça do Ipiranga, até o fim dos ...
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“A dimensão dramática da diferença é demonstrada no fato de que no início do século XIX a colônia espanhola dividia-se administrativamente e...
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