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domingo, 26 de agosto de 2018

Divagações sobre o passado recente do Oriente Médio

Como praticamente ninguém lê este blogue me permito aqui publicar algum pensamento que não resultará em ações práticas jamais.

Me veio a cabeça: após a segunda guerra mundial, por que não se conseguiu chegar a uma pacificação do mundo, muito em especial da região do Oriente Médio? Minhas convicções apontam para o papel negativo que o Estado de Israel desempenhou nisso. 

Primeiramente, desempenhou por meio do lobby e do controle que suas elites tinham sobre as elites políticas e econômicas dos países do Ocidente e também da URSS, que fez com que essa ideia tosca do sionismo político fosse plenamente executada como foi, com a ocupação da Palestina pelos judeus.

Segundo, essa mesma elite judaica trabalha contra o avanço do cristianismo pelo mundo, inclusive nos dias de hoje, dentro de Israel. Há mais liberdade para os cristãos no Egito ou até mesmo na Síria do que Israel. Em matéria de hostilidade ao cristianismo, o Estado de Israel é praticamente tão hostil quanto o Irã (que só reconhece os cristãos históricos de seu país e não missões evangelizadoras protestantes) e, sem dúvida, a Arábia Saudita, país wahhabita que é, curiosamente, o principal aliado israelense naquela região.

Pensem, o que teria sido da Líbia, ou do Iraque, se as lideranças que saíram para o domínio desses países, após a II Guerra tivessem sido convertidas ao cristianismo? Pensem no processo maciço de abertura desses países para que a liberdade e a tolerância religiosa total ali fosse implantada! O exemplo da Turquia aqui nos cabe: foi preciso um líder forte ocidentalizado, Atatürk, para que a Turquia saísse do decadente período Otomano e virasse um país mais livre e secular. Atatürk, contudo, fez esse processo não sob a influência do cristianismo, mas da maçonaria, da qual era um membro iniciado.

Pensem que o coronel Gaddafi e Saddam Hussein poderiam ter sido evitados, se as monarquias tradicionais ali estabelecidas após a II Guerra tivessem permanecido no poder com o apoio de uma crescente população cristã (no caso iraquiano isso seria ainda mais fácil, dada a grande presença de cristãos caldeus e assírios que ali até hoje existem).

A pacificação total não seria, algo certamente, alcançada , diante de um cenário como esse, até por que alguma hostilidade partindo de certas autoridades islâmicas, provavelmente, se levantariam contra a desislamização daquela região, mas, mesmo assim, teríamos um ambiente muito menos hostil, ainda mais se pensarmos na inexistência de um estado confessional e etnicamente uno como é o Estado de Israel.

Precisamos, enquanto cristãos, entender o que é Israel na prática, para além de visões teológicas que são amplamente discutíveis. Entender que o judaísmo não é aliado do cristianismo, por que a fé cristã, EM TUDO SUPERA AO JUDAÍSMO, por que o próprio Deus se fez carne e habitou entre nós para a salvação de todo aquele que Nele cresse, fosse judeu ou gentio. Ai foi abolida toda a distinção e todo o privilégio que os hebreus tiveram enquanto etnia desde Abraão. A Igreja (o corpo invisível de todos os eleitos) é o novo Israel! O martírio e o triunfo de Cristo nos fez todos iguais perante Deus.

Um judeu ortodoxo e um muçulmano fundamentalista podem chegar mais facilmente a um acordo teológico do que com um cristão, por que a nossa crença e fé se fundamenta na superação do judaísmo (e o Islã nada mais é do que uma perversão da fé judaica, associada com elementos marginais do cristianismo oriental e de fés pagãs de povos do deserto) e também do maometanismo. Se nós, cristãos, há 2000 anos já superamos o judaísmo EM TODOS OS ASPECTOS, por que achar que aqueles que se julgam descendentes de Abraão nos serão amigos e co-promotores de nossa fé? O judeu, enquanto fiel religioso da lei mosaica, dos profetas e sobretudo do perverso Talmude, jamais poderá ser, verdadeiramente, amigo do cristianismo. A barafunda que é o Médio Oriente tem por base esses problemas que aqui explicitei.

Precisamos fazer a lição de casa e reconverter primeiro as nossas próprias nações, entregues ao ateísmo e, na sequência, avançar para a expansão da fé cristã por meio de novas cruzadas evangelísticas.

Sugiro que assistam o documentário Marcha para Sião, que esclarece mais o porque o Estado de Israel é nocivo e por que o Talmud é a total perversão de uma religião superada.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Sobre a eleição do Pastor Marcos Feliciano a presidência da Comissão de Direitos Humanos

Acordei por acaso hoje as 9h20 e liguei na TV Câmara. Para surpresa minha, estava passando uma reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias daquela Casa, presidida pelo exaltadíssimo deputado Domingos Dutra, do PT, um deputado tão escalafobético que nem mesmo o seu partido o quer mais.

Como alguns sabem, foi noticiado nos últimos dias que haveria uma renovação na mesa diretora daquela Comissão, e pela proporcionalidade e pelo arranjo político feito pelas legendas, na divisão de Comissões, o PSC acabou ficando disignado como responsável da Comissão de Direitos Humanos, que há tempos dominada pelo PT, com o auxílio do PSOL, na figura lamentável e bisonha do senhor@ Jean Wyllis, do Estado do Rio de Janeiro.

O PSC indicou para presidir a Comissão o deputado por São Paulo, Pastor Marco Feliciano, eleito em 2010 com mais de 200 mil votos. Isso gerou um enorme polêmica, devido ao fato do pastor-deputado ter afirmado, certa vez, amparando-se na Bíblia, que os africanos seriam descendentes de Cão, filho que riu de Noé, seu pai, quando este estava dado ao vinho e achava-se nú em sua tenda. Como está escrito nas Sagradas Escrituras, Cão foi amaldiçoado por Noé. O pastor sabia e protamente completou, embora isso a militância negra e gayzista tenha feito questão de esconder e não citar, que essa maldição foi quebrada após martírio de Cristo, que sua vida deu por todos.

A reunião hoje foi marcada por um verdadeiro circo, armado por aqueles que querem monopolizar qualquer ideia, e que distorcem os fatos em nome de suas causas constestáveis. O deputado Wyllis foi patético, esbravejando e fazendo-se de vítima, típico de seu já famoso comportamente de coitadismo. Do PT ainda há que se citar os negativos papeis da senhora Erika Kokai e do próprio presidente que se despedia do cargo, Domingos Dutra. A primeira, como é de praxe no seu partido, viveu momentos de grande vítima, de "perseguida pela ditadura" (eu ainda vou arrumar um parente meu fictício para dizer que ele foi preso, torturado e desaparecido na Ditadura...),  falando que nem mesmo no Regime Militar ele teve a sua palavra cassada, repetindo várias vezes essa fala, de modo a tumultuar a sessão. Dutra, por sua vez, saiu gritando desvairadamente alegando que estava vivendo em uma ditadura, repetindo isso ad nauseam. Antes de proceder a votação simbólica da nova mesa diretora, presidida pelo Pastor Marco Feliciano, o deputado do PT renúnciou à presidência dos trabalhos e abandonou a sessão, mais uma vez de maneira a fazer parecer vítima. Foi acompanhado na saída por Erika Kokai, Jean Wyllis, Padre Tom e Luiza Erundina, que também teve um papel ridículo (para variar).

A reunião teve continuidade, sendo presidida pelo deputado mais idoso presente, o senhor Costa, do PSC (não lembro o nome completo), que procedeu com os trâmites legais e realizou a votação, com calma, com deveria ser.

Parte do motivo do escandalo realizado pelos parlamentares esquerdistas, que após muito tumultuarem, abandonaram a sessão, se deve ao fato da reunião dessa mesma Comissão realizada ontem ter sido aberta ao público, e a os movimentos homossexuais terem causado muita baderna e inquietação para o andamento da sessão, que acabou sendo encerrada. Com isso, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves PMDB-RN, mandou que a próxima reunião fosse feita a portas fechadas para o público. Como os petistas e seus aliados morais não puderam contar com a seu regimento organizado de baderna gay, trataram eles mesmos de realizar a balbúrdia, algo completamente ridículo.

Marco Feliciano foi eleito regularmente, e vários deputados lhe prestaram apoio e solidariedade, já que vinha e está sendo vítima de preconceito de muitas pessoas, nas redes sociais, devido ao fato de ser evangélico, ter posições moderadas e ser eleito para comandar essa sessão que era o maior reduto de abominações da Câmara Federal, onde inclusive o senhor Wyllis promoveu recentemente um debate público para promover a pedofilia, aquilo a que ele dá o nome de direita dos menores de escolha de gênero.

Desejo grande sorte ao senhor deputado Pastor Marco Feliciano. Que ele e seu partido consigam manter a ordem e o bom andamento daquela comissão, debatendo, investigando e trabalhando por verdadeiras e legítimas questões de direitos humanos, como os crimes contra policiais e seus parentes, o trabalho escravo de imigrantes sulamericanos em oficinas de costura, o trabalho de mulas, pessoas que traficam drogas dentro do estômago para dentro e fora do país, entre outras demandas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Deus não permite a iniquidade

E fatalmente julgará esta terra.
Vejam este vídeo, onde um pastor batista de Curitiba, faz um importante alerta contra a iniquidade que está prestes a se tornar institucionalizada neste Brasil, que outrora fora de meu Deus.



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Grosser Gott wir loben Dich