Há aquele que, movido pela busca de um passado idealizado, do período exato onde havia uma era de ouro desse pentecostalismo na América, especialmente Estados Unidos, Canadá, Argentina e Brasil, foi criando um pequeno movimento em torno de si e, ainda em algum momento, se aclamou ou foi aclamado pastor. Não digo ordenado, pois, para isto seria preciso uma ordenação presbiteral, o que não consta ter ocorrido. Se este quis imitar a Assembleia Argentina, me pergunto por que a denominação evangélica daquele país não promoveu missões evangelísticas oficiais no Brasil.
Mais recentemente notei um movimento de outros que imitam o nome e até o dístico em castelhano "Dios é amor". Zero sentido manter uma placa com esses dizeres sem que se tenha falantes de espanhol como público. Se isto não é uma macaqueação, que poderá ser, então? Mas, como é observado noutras pequenas cisões, se busca de cara o uso da Harpa Cristã em hibridismo disfarçado com o hinário Hinos de Louvores e Súplicas e se libera para que grupos de louvor e cantores possam se apresentar com músicas gospel dentro do salão de reuniões. Enquanto uma parte sensata do protestantismo vem buscando uma nova afirmação dos hinos formais e do canto congregacional, alguns se mostram vanguarda do atraso, em nome de uma proclamada liberdade. Que cada um faça a sua avaliação.
Neste último movimento, não posso deixar de observar alguma coisa estranha, algo como uma tentativa de outra denominação dita reformada tentar sabotar os velhos crentes da Congregação. Aparentemente, ao contrário do movimento de Jandira, apesar da geografia da zona oeste da Grande São Paulo, aqui há um método, que transita entre a sabotagem e a imitação.