sábado, 28 de setembro de 2013

Insight de uma tarde

O crepúsculo se dava em seu horário habitual. Eram mais de 17 horas e menos de 18.

A avenida vazia, tendo como únicos transeuntes os ventos que a cortavam de uma banda a outra.

Sobre a minha cabeça o céu, com algumas nuvens já adourando a visão e fazendo parcas sombras sobre os ombros.

O aspecto das construções era cinzento como o coração aflito.

Não havia ninguém além de mim. Era o fim.

Era belo. Era.

Deveria permanecer.

E permaneceu como um retrato na minha mente.

E viva a sentença brilhou: "Uma única coisa deve importar ao homem: permanecer de pé entre as ruínas".

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